Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".

sábado, 22 de julho de 2017

Largar as amarras, soltar âncora e viajar

Em contagem decrescente...É amanhã...bem podia ser já hoje...
Por mim, por minha livre e espontânea vontade andava sempre no léu-léu, no bem-bom, na boa-vida, em gíria "de rabo no ar"...
Sou feita de vento, sou leve, sou como um pássaro não gosto de sentir-me presa com amarras, prisioneira de uma ilha, detesto sentir-me sufocada e por isso andar a viajar é o que mais gosto.
É já amanhã.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Não compreendo as mulheres!

Diz o mê Gugu, à mesa quando nós - as fêmeas cá de casa - estávamos contra ele por algo que fez .
-Avô, não compreendo as mulheres!"
E olha para o avô, de mão na cara, tipo Fernando Pessoa.
O avô nada diz, quiçá a pensar também que as mulheres são um objecto de estudo pormenorizado, talvez de uma dissertação sobre a temática: "Como entender uma mulher em pouco tempo?"

Tão novo, sete anos, e já chegou a esta conclusão. Somos de facto uns seres que dão a volta ao miolo dos machos. Não há forma de nos compreenderem...e somos tão simples e de fácil manejo. Tão transparentes como água límpida num riacho!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

É exactamente assim...

Eu até não queria mas não consegui sair da loja sem este sombreiro e as pantufas a fazer conjunto.
Eu resisti, digo de verdade, mas não sou de ferro e assistir a umas lamúrias não é o meu género. Eu só queria as sandálias, mas o chapéu também veio. E agora andam de mão dada comigo. Para não se perderem.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Peço desculpa, peço imensa desculpa...

... não tenho tido vagar para andar nestes cantos, recantos e encantos.  Sou uma ingrata, pois recebo os meus amigos em casa e nem falo com eles nem os visito, sou a modos que uma rapariga que neste momento anda com a cabeça no ar a planear férias, a limpar o bordel, a escafiar, plantar e arranjar a suíte presidencial porque vou ter família em casa.
Peço desculpa, mas luto diariamente com o tempo e esse malvado leva vantagem e ri-se de mim e da minha fragilidade.
Prometo aqui e agora que vou voltar a ser aquela rapariga que salta de um blogue para outro como se tivesse molas nos pés. Prometo que vou dar corda nas botas e descolar ideias para que possa voltar a ser aquela miuda que vos chateia até aos ossos, mas neste momento estou numa de lutar com o tempo. Não me abandonem que eu sem vocês fico perdida.
Prontus, tinha de me desculpar por não me verem por aí.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A verdadeira banana madeirense

Há quem diga que "banana é banana e ponto final". Errado. Há bananas e há bananas. Há grande e há pequena há grossas e finas, com muitos fiapos e com poucos com muitas num cacho e cachos com poucas.

Por cá, no meu rural, a tradicional é a banana-prata. E perguntam vocês que tipo de banana é? Eu digo, afinal estou aqui para vos ensinar a distinguir bananas.
Banana-prata é pequena - mede entre dez a quinze centímetros, pouco calórica e os cachos são pequenos.

Se adoram bananas mas não querem deitar corpo ou seja engordar comam banana prata, desta podem comer até um cacho inteiro.
Entenderam a diferença entre banana e banana?

Fotografia: banana-prata acabada de ser colhida pelo mê senhor.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

A espuma dos meus dias

O melhor é mesmo sentir a alegria que estas Pulgas facultam em cada dia. Uma benção.
É a minha fortuna. Não há dinheiro no mundo que substitua a felicidade por ter três diabetes que me fazem sentir que vale a pena viver cada momento.